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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Eu e meu primeiro ano de Informe 98


Nem parece que tem um ano... 27 de janeiro de 2014! E lá se foram os primeiros 365 dias de uma experiência que nunca imaginava ter em minha vida: o radiojornalismo. Apesar de ter cursado a disciplina na faculdade, não conseguia me imaginar como um jornalista do rádio. E eis que, após o convite da Rádio Liberdade 98.7 FM em Barroso, lá estava eu, dentro do “Informe 98", que começava “onze e meia” e, com a produtividade, dobramos o horário na grade da emissora, de segunda a sexta, das 11h ao meio-dia.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Por que é que eu não pensei nisso antes?

O grande Zé Antônio / Arquivo pessoal

Escrever é um troço melindroso... Crônicas, então, nem se fala! Tem que ter todo um jeitinho pra jogar com as palavras, um assunto que dê possibilidades pra parafrasear, pra juntar uma ideia com outra... Enfim... Não é tão simples quanto pareça, apesar de algumas pessoas conseguirem fazer isso com a facilidade de um bocejo, desses que geralmente meus leitores devem dar ao se depararem com algum texto meu.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A fila anda (menos aqui)



Outro assunto que vem dando pano pra manga em Barroso são as filas nas agências bancárias e na lotérica da cidade. Meu Deus! Qualquer continha pra pagar, qualquer joguinho pra fazer vira um pesadelo pra quem não tem tanto tempo disponível pra permanecer na fila. E lá vamos nós entrar no trenzinho do banco pra esperar o “piuí” do caixa chamando: “Próximo!!!”.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

LAMAtemática: a matemática do lamaçal


Na minha última “crônica do crônico” aqui do Jornal Primeira Página, falei da falta de água. Nesse mês, vou falar do que acontece quando ela aparece, do céu, pela chuva, e quando a atenção das autoridades desaparece, pelo menos pra parte dos cidadãos de Barroso.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Crônica do Crônico: Água: ai que saudade d’ocê...

Tratar de problemas da cidade com Literatura... É quase unir o útil ao agradável. Ou melhor, é unir o útil (a Literatura) ao desagradável (o problema na cidade). Segue aí mais uma, fazendo literatura com a falta de água, que é problema crônico em Barroso ultimamente...

Água: ai que saudade d’ocê...


domingo, 9 de novembro de 2014

Chegamos ao fim do 5º FESTEBARROSO...


Minha crônica sobre o 5º FESTEBARROSO ganhou mais vida na edição que meu parceiro Wanderson Nascimento fez, especialmente para o encerramento do festival. Desenvolvemos, juntos, a parte de comunicação local do evento, fizemos fotos, entrevistas, matérias... Fizemos bons amigos!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Crônica do Crônico: Receitinha indigesta

Tratar de problemas da cidade com Literatura... É quase unir o útil ao agradável. Ou melhor, é unir o útil (a Literatura) ao desagradável (o problema na cidade). E vamos começar fazendo literatura de trânsito, pois ultimamente não há problema mais crônico que esse na cidade...


A receitinha de bolo indigesta do trânsito barrosense
 


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Cometi o atrevimento de lhe escrever, Suassuna



Cometi o atrevimento de lhe escrever, Suassuna. E bota atrevimento nisso. Quem sou eu pra escrever algo a você, mestre paraíba? Fiquei pensando o tempo todo no que escrever para não desapontá-lo. Difícil escrever para um ícone. Mas o coração me deu esse empurrãozinho... “Não sei, só sei que foi assim”.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Uma carta minha para o Rhonan de 15 anos atrás...


Oi, Rhonan!

É estranho escrever para você depois de tanto tempo... Parece que foi ontem e já se foram 15 anos. Pois é. Hoje tenho 33 e sinto saudades dessa sua época... 18 anos, cara... 18! Você com essa sua vontade de atingir a maioridade, só pra poder jogar sinuca nos bares, pra tirar sua carteira de motorista e passear de carro pra cima e pra baixo. Pois é, garoto. Nem planos de universidade você tem ainda. E eu, aqui, já com duas faculdades nos ombros. Você, por acaso, já decidiu o que quer ser na vida?

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Pensa bem...


Pensei em escrever este texto um monte de vezes... Cada hora pensava em escrever uma coisa diferente. E pensei que ia ser fácil. Pensei que ia ser difícil. Pensei em deixar esse tema pra lá. Mas não deixei. Pensei bem... Escrevi!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Entre aspas


 

Sou um entusiasta das aspas. Quem me conhece sabe... Entre meus favoritos estão Nietzsche, Fernando Pessoa, Lenine, Zeca Baleiro, Confúcio, Cora Coralina, Voltaire, Shakespeare, Aristóteles, Einstein, Drummond, Camões, Quintana, Descartes, Herman Hesse, Oscar Wilde e Platão. E não é que eu goste de copiar, tampouco roubar suas frases. É referenciar. É mostrar um pouco sobre o que cada um pensa.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Brincar de ser fotógrafo


“Nossa, que foto linda! Também... Com uma câmera dessas, até eu consigo, né?”...
Eita! Vida de fotógrafo não é nada fácil. Seja ele da área que for. Pra registrar casamentos, eventos esportivos, guerras, manifestações nas ruas, tragédias da natureza, bichos, cenas do cotidiano, sempre vai ter o discurso de que o equipamento ajuda, ou que ele teve a sorte de “encontrar” aquele momento, ou ainda que ele passou pelos melhores cursos e treinamentos  de fotografia do país. Nunca vai ser mérito da inspiração, do conhecimento, da visão e da noção de construção e composição da imagem. É mais acaso do que tudo.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Ser criança é um monte de coisa


Ser criança é uma dádiva. Ser criança é não precisar se preocupar com nada. Já diria o poeta e jornalista Fabrício Carpinejar: “Na infância, bastava o sol lá fora e o resto se resolvia”. Quem não foi assim? Nossas preocupações se resumiam a procurar pela figurinha rara no pacotinho que comprávamos na banca ou ainda de conseguir terminar a pipa a tempo de “colocar no alto” antes que o dia escurecesse.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A incrível arte de não terminar minhas crônicas




Sou um apaixonado por crônicas. Muito. Leio, releio, destrincho e as escrevo também. E, quando é minha a responsabilidade da literatura descomprometida, utilizo um sem-fim de recursos para a inspiração: vale conversar com os amigos, folhear os livros e cadernos de faculdade atrás de assuntos e, acreditem, até pedir ajuda aos contatos do Facebook. Minha crônica do Opala, por acaso, saiu assim: de uma sugestão facebookiana.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Eu vi o carro passando

E o carro passou. Vruuuuuummmmmm!!! E como passaram carros. Um, dois, três, dez, vinte, centenas deles... Parecia carreata de política, procissão motorizada de São Cristóvão... Parecia dia comum das grandes capitais. Mas o dia não era comum, era dia de ver o carro que passou.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Será que ela era do Bandeirantes?


E na fila do supermercado, em Barroso, a simpática senhorinha e eu:

-Menino, como você cresceu!

- Hein?!?! - falei espantado.

quarta-feira, 20 de março de 2013

Não perca as oportunidades

A gente nunca deve perder as oportunidades. É como diz aquele velho ditado: “O cavalo só passa arreado na nossa porta uma vez”... Tipo isso. Mais ou menos isso. E é por esse motivo que a gente não pode perder as chances que vão surgindo pelo caminho.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Habemus Papam!





Todo mundo já escreveu sobre o novo Papa, e eu vou escrever também, assim como todo mundo falou sobre a renúncia de Bento XVI e eu quis dar os meus pitacos. Habemus Papam. E ele é argentino!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O papa é pop...



Nada de parafrasear o Humberto Gessinger, do grupo Engenheiros do Hawaii. Mas não há como negar. O papa é pop... Bento XVI é pop!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Essa rica (e confusa) Língua Portuguesa I




Como alguns sabem, sou um fajuto enganador formado em Letras, licenciado em Língua Portuguesa. Fajuto porque nunca me atrevi ao exercício da profissão de educador, uma das mais belas e injustiçadas deste país grande e bobo - como diria o "philosopho" Eduardo de Almeida Reis. E enganador porque, vez ou outra, sou apertado por alguma questão que me falta a resposta exata ao questionador.
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