terça-feira, 19 de abril de 2016

Minha experiência com os índios Fulni-ô, no agreste pernambucano

Hoje, 19 de abril, comemoramos o Dia do Índio. E, para mim, nada melhor do que celebrar esta data publicando este texto, uma experiência que vivi há alguns dias na tribo dos índios Fulni-ô, no agreste de Pernambuco... 


Aldeia dos Fulni-ô

Sempre comento com meus amigos que gosto de passar por experiências para, depois, ter uma história pra contar. Neste mês de abril de 2016, em férias pelo Estado de Pernambuco, na casa da minha irmã, tive a oportunidade de visitar uma comunidade indígena, em pleno agreste, na cidade de Águas Belas, com cerca de 50 mil moradores e uma população de aproximadamente cinco mil índios.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Eu e meu primeiro ano de Informe 98


Nem parece que tem um ano... 27 de janeiro de 2014! E lá se foram os primeiros 365 dias de uma experiência que nunca imaginava ter em minha vida: o radiojornalismo. Apesar de ter cursado a disciplina na faculdade, não conseguia me imaginar como um jornalista do rádio. E eis que, após o convite da Rádio Liberdade 98.7 FM em Barroso, lá estava eu, dentro do “Informe 98", que começava “onze e meia” e, com a produtividade, dobramos o horário na grade da emissora, de segunda a sexta, das 11h ao meio-dia.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Por que é que eu não pensei nisso antes?

O grande Zé Antônio / Arquivo pessoal

Escrever é um troço melindroso... Crônicas, então, nem se fala! Tem que ter todo um jeitinho pra jogar com as palavras, um assunto que dê possibilidades pra parafrasear, pra juntar uma ideia com outra... Enfim... Não é tão simples quanto pareça, apesar de algumas pessoas conseguirem fazer isso com a facilidade de um bocejo, desses que geralmente meus leitores devem dar ao se depararem com algum texto meu.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

A fila anda (menos aqui)



Outro assunto que vem dando pano pra manga em Barroso são as filas nas agências bancárias e na lotérica da cidade. Meu Deus! Qualquer continha pra pagar, qualquer joguinho pra fazer vira um pesadelo pra quem não tem tanto tempo disponível pra permanecer na fila. E lá vamos nós entrar no trenzinho do banco pra esperar o “piuí” do caixa chamando: “Próximo!!!”.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

LAMAtemática: a matemática do lamaçal


Na minha última “crônica do crônico” aqui do Jornal Primeira Página, falei da falta de água. Nesse mês, vou falar do que acontece quando ela aparece, do céu, pela chuva, e quando a atenção das autoridades desaparece, pelo menos pra parte dos cidadãos de Barroso.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Crônica do Crônico: Água: ai que saudade d’ocê...

Tratar de problemas da cidade com Literatura... É quase unir o útil ao agradável. Ou melhor, é unir o útil (a Literatura) ao desagradável (o problema na cidade). Segue aí mais uma, fazendo literatura com a falta de água, que é problema crônico em Barroso ultimamente...

Água: ai que saudade d’ocê...


domingo, 9 de novembro de 2014

Chegamos ao fim do 5º FESTEBARROSO...


Minha crônica sobre o 5º FESTEBARROSO ganhou mais vida na edição que meu parceiro Wanderson Nascimento fez, especialmente para o encerramento do festival. Desenvolvemos, juntos, a parte de comunicação local do evento, fizemos fotos, entrevistas, matérias... Fizemos bons amigos!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Crônica do Crônico: Receitinha indigesta

Tratar de problemas da cidade com Literatura... É quase unir o útil ao agradável. Ou melhor, é unir o útil (a Literatura) ao desagradável (o problema na cidade). E vamos começar fazendo literatura de trânsito, pois ultimamente não há problema mais crônico que esse na cidade...


A receitinha de bolo indigesta do trânsito barrosense
 


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Cometi o atrevimento de lhe escrever, Suassuna



Cometi o atrevimento de lhe escrever, Suassuna. E bota atrevimento nisso. Quem sou eu pra escrever algo a você, mestre paraíba? Fiquei pensando o tempo todo no que escrever para não desapontá-lo. Difícil escrever para um ícone. Mas o coração me deu esse empurrãozinho... “Não sei, só sei que foi assim”.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Uma carta minha para o Rhonan de 15 anos atrás...


Oi, Rhonan!

É estranho escrever para você depois de tanto tempo... Parece que foi ontem e já se foram 15 anos. Pois é. Hoje tenho 33 e sinto saudades dessa sua época... 18 anos, cara... 18! Você com essa sua vontade de atingir a maioridade, só pra poder jogar sinuca nos bares, pra tirar sua carteira de motorista e passear de carro pra cima e pra baixo. Pois é, garoto. Nem planos de universidade você tem ainda. E eu, aqui, já com duas faculdades nos ombros. Você, por acaso, já decidiu o que quer ser na vida?

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Por mais 24 horas de sobriedade

Conheça um pouco do trabalho do Alcoólicos Anônimos em Barroso e entenda a importância da atuação destes grupos dentro da sociedade


Há quem encare a bebida como necessidade, prazer, refúgio, vício ou doença. De qualquer forma, se ingerida em excesso, traz danos incalculáveis a quem a consome, aos seus familiares, amigos e à sociedade. Dados do Governo Federal apontam que a dependência de álcool no Brasil atinge cerca de 12% dos adultos brasileiros, sendo a droga mais popular e mais consumida no país, respondendo por 90% das mortes associadas ao uso de entorpecentes, as chamadas substâncias psicoativas.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

A menina que canta e encanta

Com disco recém-lançado e planos de shows pela região, Ana Clara fala de seu gosto pela música e conta sobre a produção do CD “Quarto Crescente”



A ligação com a música sempre foi forte na vida da jovem barbacenense Ana Clara de Castro Pereira, de 18 anos, filha de Osvaldo Fernandes Pereira Júnior e Maria da Glória Bittar de Castro Pereira, a Gogóia. Os principais exemplos são o da avó paterna, que canta na igreja, e o da própria mãe, que, segundo ela, adora cantar nos momentos de descontração. “Desde que me conheço por gente, a música move e registra meus momentos”, garante ela, lembrando que a família, tanto por parte de mãe quanto de pai, aprecia a arte e tem forte musicalidade. E, há pouco tempo, a vocação para a música se afirmou com o lançamento do CD demo “Quarto Crescente”, que traz quatro faixas de sua autoria, surgidas despretensiosamente, afirma ela. “Compor é uma necessidade que tenho, é minha forma de mostrar, até para mim mesma, quem sou. Dessa necessidade surgem as canções”, revela Ana Clara.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Uma paixão de negócio

Conheça a história do ex-açougueiro que decidiu se tornar empresário e, por procurar a ajuda certa, conseguiu prosperar na atividade comercial



Muita gente pensa que tocar o próprio negócio é simples e fácil. É assim com a grande maioria das pessoas. E foi assim também com o empreendedor individual Lucimauro Marcelino Rosa, de 41 anos, que há menos de dois anos trocou a profissão de açougueiro em Barroso pela atividade de fabricação de temperos caseiros. No início, a ideia era apenas a de vender o produto para amigos mais próximos. “Era pra ser uma brincadeira. Eu pensei em fazer os temperos apenas para teste. Não sabia se ia dar certo. Fiz uma remessa pequena e minha esposa começou a vender na empresa que ela trabalhava”, lembra ele, destacando que, a partir daquele momento, a atividade começou a ganhar força. À noite eles se dedicavam à produção para que pudessem dar conta das encomendas que começavam a aparecer.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Eles escolheram os gatos

A cada dia mais presentes na vida dos brasileiros, os gatos cativam o coração de seus donos e desconstroem sua fama de individualistas, a partir de demonstrações de carinho, companheirismo e fidelidade



Quando se fala em animais de estimação, uma das frases mais conhecidas é a de que “o cão é o melhor amigo do homem”. No entanto, a cachorrada pode cair do trono. De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), a criação de gatos foi a que teve o maior crescimento no país: 8,19% no último ano. Segundo a entidade, um dos motivos para a grande procura pelos felinos é que, nas grandes cidades, as casas estão cada vez menores, o que demanda animais de menor porte e, também, mais independentes. Atualmente, mais de 37 milhões de cães e 21 milhões de gatos estão presentes nos lares dos brasileiros.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Pensa bem...


Pensei em escrever este texto um monte de vezes... Cada hora pensava em escrever uma coisa diferente. E pensei que ia ser fácil. Pensei que ia ser difícil. Pensei em deixar esse tema pra lá. Mas não deixei. Pensei bem... Escrevi!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Entre aspas


 

Sou um entusiasta das aspas. Quem me conhece sabe... Entre meus favoritos estão Nietzsche, Fernando Pessoa, Lenine, Zeca Baleiro, Confúcio, Cora Coralina, Voltaire, Shakespeare, Aristóteles, Einstein, Drummond, Camões, Quintana, Descartes, Herman Hesse, Oscar Wilde e Platão. E não é que eu goste de copiar, tampouco roubar suas frases. É referenciar. É mostrar um pouco sobre o que cada um pensa.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Brincar de ser fotógrafo


“Nossa, que foto linda! Também... Com uma câmera dessas, até eu consigo, né?”...
Eita! Vida de fotógrafo não é nada fácil. Seja ele da área que for. Pra registrar casamentos, eventos esportivos, guerras, manifestações nas ruas, tragédias da natureza, bichos, cenas do cotidiano, sempre vai ter o discurso de que o equipamento ajuda, ou que ele teve a sorte de “encontrar” aquele momento, ou ainda que ele passou pelos melhores cursos e treinamentos  de fotografia do país. Nunca vai ser mérito da inspiração, do conhecimento, da visão e da noção de construção e composição da imagem. É mais acaso do que tudo.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Ser criança é um monte de coisa


Ser criança é uma dádiva. Ser criança é não precisar se preocupar com nada. Já diria o poeta e jornalista Fabrício Carpinejar: “Na infância, bastava o sol lá fora e o resto se resolvia”. Quem não foi assim? Nossas preocupações se resumiam a procurar pela figurinha rara no pacotinho que comprávamos na banca ou ainda de conseguir terminar a pipa a tempo de “colocar no alto” antes que o dia escurecesse.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A incrível arte de não terminar minhas crônicas




Sou um apaixonado por crônicas. Muito. Leio, releio, destrincho e as escrevo também. E, quando é minha a responsabilidade da literatura descomprometida, utilizo um sem-fim de recursos para a inspiração: vale conversar com os amigos, folhear os livros e cadernos de faculdade atrás de assuntos e, acreditem, até pedir ajuda aos contatos do Facebook. Minha crônica do Opala, por acaso, saiu assim: de uma sugestão facebookiana.

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